top of page


Brasil em Rota de Colisão: A Soberania Como Pretexto Para a Vulnerabilidade Militar
Quando a Soberania Vira Cortina de Fumaça
O discurso oficial do governo brasileiro sobre soberania tem servido mais como escudo retórico do que como projeto estratégico. Ao invés de fortalecer a autonomia nacional, as decisões recentes parecem deliberadamente conduzir o país ao isolamento tecnológico e diplomático.
Fernando G. Montenegro
3 min de leitura


A Troca Estratégica: CSN, CDN e o Avanço das Ameaças à Soberania Nacional e Segurança Pública
O Ministério da Defesa: uma estratégia de contenção
A criação do Ministério da Defesa, comandado por um civil, consolidou o rebaixamento da influência militar. Os antigos Ministérios Militares foram transformados em comandos subordinados, perdendo autonomia estratégica.
Fernando G. Montenegro
4 min de leitura


As 7 Fases de um Atentado Terrorista e a Nossa Segurança Cibernética
Como o marketing digital e a segurança de dados se cruzam na prevenção do terrorismo.
Fernando G. Montenegro
3 min de leitura


Insurgência Criminal e Guerra Híbrida: O Desafio da LCP ao Estado em Rondônia
A LCP em Rondônia: Conflito Agrário, Insurgência Criminal e Guerra Híbrida
A Liga dos Camponeses Pobres (LCP) é um ator rural que, em Rondônia, conjuga práticas de ocupação de terra com métodos que remetem à guerra híbrida: ações armadas, operação narrativas, apropriação econômica de recursos ilegais e manobras jurídicas que dificultam a resposta do Estado.
Fernando G. Montenegro
3 min de leitura


Brasil e EUA: A Seção 301 como Arma de Guerra Híbrida
Dentro dessa lógica, a dimensão econômica tornou-se um campo de batalha crucial, onde sanções, tarifas, restrições comerciais e bloqueios de ativos funcionam como armas capazes de desestabilizar governos e enfraquecer economias.
Fernando G. Montenegro
2 min de leitura


Sanções Financeiras como Arma de Guerra Híbrida: O Dilema do Brasil ao Confrontar a Lei Magnitsky e os EUA
A Escalada Econômica da Guerra Híbrida
A estratégia de guerra híbrida utiliza sanções financeiras como uma arma devastadora, visando primeiro o indivíduo sancionado e depois atingindo aqueles que o protegem — neste caso, todo o sistema bancário brasileiro.
Fernando G. Montenegro
3 min de leitura
ÁREAS ESTRATÉGICAS:
© 2026 Coronel Fernando G. Montenegro. Todos os direitos reservados.
bottom of page








