O Primeiro Comando da Capital (PCC) consolidou-se como a maior organização criminosa do Brasil e uma das mais influentes da América Latina. Sua expansão nacional e internacional foi marcada por estratégias de infiltração, alianças e omissões do Estado.
Cooptação de Policiais e Advogados
Com esse capital, passou a infiltrar-se nas forças de segurança. Policiais civis e militares foram aliciados para fornecer informações sobre operações e facilitar o comércio ilegal. Além disso, o PCC passou a financiar estudos de direito para formar advogados vinculados à organização, e também custear concursos para agentes penitenciários — não com o objetivo de fuga, mas para garantir tratamento privilegiado dentro das prisões.