Ao analisar o cenário contemporâneo, percebo que muitos tomadores de decisão operam com uma visão arcaica de defesa. Eles buscam ameaças olhando apenas para as fronteiras físicas, esperando a movimentação clássica de tropas ou tanques. Essa miopia estratégica é fatal.
A geopolítica não é apenas uma disciplina acadêmica que repousa em prateleiras empoeiradas; ela é o sangue que corre nas veias das grandes decisões de Estado, o motor invisível que molda fronteiras, dita guerras e consagra impérios.